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PRIMEIRAS ESTÓRIAS

 

                 

GUIMARÃES ROSA

 

6 anos para ficar pronto.

Contos curtos, histórias compactas

Oposição à História  - mais próximo da invenção.

Índice ilustrado por Luís Jardim.

Real é transcendido através da palavra.

Narrativas envoltas numa aura mágica.

Narrativas epifânicas:

Revelação mágica: personagens ascendem espiritualmente pela revelação das mais surpreendentes e estranhas verdades;

Tradição bíblica : momento em que se dá no homem a iluminação pela presença do divino, da transcendência.

Episódios aparentemente banais.

Acontecimentos simbólicos.

As coisas valem não por si, mas pelo seu significado.

Encanto, magia, sensibilidade.

Minas Gerais.

Descrição de costumes, trabalhos, festas da vida sertaneja.

Causos = narrativas orais ligadas a fatos extraordinários,    reais ou fictícios.

Não há muita ordem temporal.

Ambiente e espaço caracterizam  a personagem.

Milagres surgem do nada.

Um acontecimento = núcleo de cada estória.

Monólogos introspectivos.

Intuição e devaneio substituem o raciocínio.

Expectativa de catástrofes.

Homem = ser mutante.

Crianças

traço de grandeza divina.

vivem instintivamente.

Antiintelectuais.

vocação mágica.

    Sertanejo 

ensimesmado - isolado de tudo e de todos.

falta de intercâmbio.

 

Gado = figura representativa.

Lei do mais forte

do dono, nas fazendas.

dos valentões, nas vilas.

da polícia, nas cidadezinhas.

 

Espaço = ambiente rural, sítios, fazendas, arraiais, vilas.

Personagens

reações psicossociais.

crianças, superdotados,  santos, loucos, gurus sertanejos, bandidos.

OS CONTOS  

 

 

“As Margens da Alegria”

 

 

Menino viaja até o sítio.

Concretiza o sonho: viajar: “móvel mundo”.

Chegada: vê  peru – deslumbramento.

Passeia de jipe pelo sítio Ipê.

Menino extasiado com as flores, cobras, pitangas.

Mais tarde. vê apenas as penas de um peru - almoço comemorativo do aniversário.

Menino cai em depressão e é levado para conhecer o lago e a futura cidade, porém o domínio é da “circuntristeza”.

A derrubada de árvores amplia a tristeza do menino.

Finalmente ele vê outro peru - decepção  amenizada.

A ave bica a cabeça do peru morto anteriormente.

Menino conhece a crueldade.

Brilho da noite (vaga-lume) chega e traz alegria ao menino.

Anote:

Descobertas:  Mal, crueldade do mundo, vida e morte, tristeza e alegria.

Conto moldura do livro.

Lírico-reflexivo.

Rito de iniciação.

Preparação para a vida.

Final otimista.

Construção de Brasília.  

 

   

        

   Famigerado

 

Cavaleiros invadem arraial.

Chefe do bando - Damásio das Siqueiras - homem carregado de mortes

Dirigem-se à farmácia.

Damásio quer saber o sentido da palavra famigerado.

Farmacêutico diz que é célebre, notável.

Damásio diz que um homem do governo chamou-o assim e pergunta se é nome de ofensa em fala de pobre.

Farmacêutico diz que significa importante, que merece respeito.

Damásio pede um copo d’água, agradece e parte rindo.

Anote:

Significado da palavra famigerado.

Expressões orais + registro culto.

Ambiente sertanejo.

Ignorância + esclarecimento.

Mito da caverna

Sinceridade seria inoportuna.

 

Sorôco, sua Mãe,sua Filha” 

 

 

Vagão especial aguarda duas mulheres para levá-las ao hospício.

Viúvo Sorôco surge de  braço dado com mãe e filha.

Despede-se  das únicas parentes.

População acompanha o acontecimento.

Durante o trajeto, um canto alto e desafinado da filha.

Avó senta-se no estribo e canta também.

Trem parte.

Sorôco não olha para trás e volta cantando.

População canta junto.

Anote:

 Mito bíblico de JÓ - Satanás submeteu-o a provações

tirou suas riquezas

colocou-o num monte de esterco

å mulher o escarneou

 Mito grego de Orpheu = música bonita aquietava feras.

 Multiplicação da compaixão.

 Nobreza da solidariedade.

 Canto = resposta ao sopro divino.

 

 
 
"A Menina de Lá"   

Lugar : Temor de Deus - Serra do Mim.

Nhinhinha - inventava estórias absurda.

Dizia que ia visitar parentes mortos

Tiantônia percebe a paranormalidade: O Sapo - desejo de Nhinhinha.

Mãe adoece - dores são aliviadas pelos abraços da filha.

Pai pede chuva (terra seca).

Nhinhinha pede um arco-íris  e chove.

repreendida pela tia - ninguém entende.

adoece e morre.

Preparação para o enterro.

Tiantônia revela que Nhinhinha dissera que queria um caixão rosa.

Santa Nhinhinha.

 Anote:

Personagem alegórica.

Sabedoria inata.

Elementos místicos.

Inocência mágica da infância.

Narrador = testemunha e comenta os fatos

 

 

 

  

Os Irmãos Dagobé”

 Dismundo, Derval, Doricão, Damastor – os irmãos.

Damastor é assassinado.

ameaçou cortar as orelhas sem motivo de Liojorge.

Liojorge se defende  matando Damastor.

Velório em tom cerimonioso.

Notícia: Liojorge matara com respeito e  queria  ir ao velório.

Irmãos consentem.

Liojorge se oferece para carregar o caixão.

Doricão concorda.

Todos esperam outra morte - 2 covas.

Doricão diz a Liojorge ir embora  porque seu irmão era “diabo de danado”.

Os Dagobé irão morar na cidade grande.

 Anote:

 Ironia.

 Revelação do bem sobre o mal.

 Imaginação coletiva.

 Epifania.

 Narrador = testemunha do enterro.

 Evolução espiritual.

 Aquisição de civilidade.  

 

  

“A Terceira Margem do Rio”

 

Pai = homem velho.

decide abandonar a família.

viverá numa canoa no meio do rio.

renúncia à vida.

doente? Louco?

despede-se -especialmente do narrador - 1 de 3 filhos -  e abençoa- o .

Família apela para parentes, padre, polícia e jornal.

Pai continua vagando.

Filha casa  e ao  nascer o  filho vai mostrá-lo  ao avô que não aparece.

Todos mudam. Só o  narrador fica.

Tempos depois. filho decide trocar lugar com o pai.

Pai se aproxima.

Filho foge com medo.

Filho faz um pedido: quando morrer ser colocado numa canoa no meio do rio.

 

Anote:

 

     Rio = metáfora da vida e de seu curso.

             = travessa, dominação heróica.

     Terceira margem = profundezas subterrâneas.

                                    = essência, inconsciente, eterno, infinito.

     Viagem metafísica em busca do auto-conhecimento.

     Rito de purificação.

 

  

 

 

 

 

 

 "Pirlimpsiquice"

  

Dr. Perdigão ensaia 12 alunos para uma peça de teatro: Os Filhos do Doutor Famoso.

Representação beneficente. 

Meninos inventam outra estória para despistar os colegas que não foram escolhidos por serem mal-comportados.

Narrador é o ponto e, por isso, sabia todas as falas.

Dia do espetáculo: pai de um aluno adoece - à morte .

Viagem do menino urgente.

Narrador entrará em cena no lugar do colega.

Na hora da apresentação dá branco. Ele não sabe os versos em homenagem à Virgem Padroeira e à Pátria.

Vaia.

Narrador grita: “Viva a Virgem e a Pátria”.

Aplausos.  

Atores se atrapalham  não saem  do palco e o outro grupo entra em cena.

Vaias, mios, zurros.

Zé Boné começa a representar a  peça de mentira.

Platéia envolvida - magia e loucura.

O  encerramento é abrupto: cambalhota e queda do narrador.

 

 Anote:

 

Teoria aristotélica do teatro como imitação recriadora.

Teatro espontâneo e louco.

Comentário metalingüístico sobre o processo da criação artística.

Irreverência e alegria juvenil X rigidez escolar.

Invenção = liberdade.

Improviso mágico = intuição.

Psicologia juvenil urbana.

Epifania.

 

“Nenhum, Nenhuma”

 

Misteriosa mansão - tios e tias desconhecidos.

Menino vive de passagem

evoca determinado episódio da infância desconhecida.

Moça envolvida por uma luz maravilhosa.                     

Moradores - homem triste, sua filha,um moço, uma velha.

Moça cuida da velha

afasta-se do rapaz por ser obrigada a tratar da velha.

Moço parte levando o menino.

Volta à realidade.

Menino encontra pai e mãe = estranhos que perderam o amor

grita por não reconhecer os pais. Descobre que a mãe se entregara ao pai.

Anote:  

 Complexo de Édipo.

 Recuperação de lembranças para alcançar a libertação (FREUD).

 Atmosfera de sonho.

 Luz do amor ilumina a figura da moça.

 Anulação do menino.

 Plano simbólico.

 Conto-poema.

 Intemporalidade.

 

       

“Fatalidade”

    Delegado de polícia sábio

exercita a pontaria citando pensamentos.

    Zé Centeralfe vem prestar queixa.

    Herculinão Socó cantou a esposa de Zé. 

    Delegado sai em busca de Herculinão.

mata Herculinão - 2 tiros - “resistência à mão armada”:

convida amigos e Zé para almoçar.

   Herculinão escrevera o próprio destino.

 

Anote:

Delegado justiceiro.

Western brasileiro.

Ordem natural do sertão: morte para os maus.

Fatalidades: violência e morte.

Eliminar o bandido restabelecer a ordem.

Núcleo da estória: destino.

 

    

  “Seqüência”

 

Vaquinha foge da fazenda.

Um dos filhos do fazendeiro vai resgatá-la.

Vaca transpõe obstáculos.

Rapaz “obcego”.

Vaca chega à fazenda Pãodolhão  de Major Quitério que tem 4 filhas.

Rapaz atravessa a porteira

sua busca : filha do fazendeiro.

presenteia com a vaca.

Anote:

 Vaca busca suas origens.

 Animal conduz o rapaz ao seu destino.

 Determinação possibilita a felicidade.

 Felicidade é uma forma de liberdade.

   

“O Espelho”

 

No lavatório do banheiro de um edifício público

dois espelhos fazem um jogo.

narrador viu o perfil humano desagradável.

náusea pelo homem do espelho.

descoberta: eu mesmo.

descoberta: existe um outro.

Narrador começa a se procurar

o eu por detrás de mim.

desenvolveu técnicas para se olhar no espelho.

constata que os olhos não têm fim.

treina bloqueios para o olhar.

anulará sua máscara retirando os elementos que compõe o rosto.

Um dia ele se olha no espelho e não se vê.

Conclusão: seria um desalmado. Permanece assim por muitos anos.

Reolhou-se no espelho: nada, uma luz fraca, rostinho de menino.

Pergunta: Você chegou a existir?

 

Anote:  

Procura de respostas frente ao espelho.

Digressões constantes.

Espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos.

Reflexo de uma pessoa = alma.

Experiência do narrador.

Leitor = senhor.

Operação que devassa a alma.

Auto-análise.

Jogo da verdade.

Metafísica.

Letra normal = acontecimento/núcleo da narrativa.

Itálico = digressões e reflexões do personagem.

Duas faces da alma: uma voltada para o corpo (inferior); outra voltada para a inteligência (superior) – Plotino.

 

 

“Nada e a nossa Condição”

 

Tio Man’tônio: fazendeiro rico e bondoso com  3 filhas.

torna-se estranho com a morte da mulher Liduína.

manda derrubar o mato da fazenda.

propõe uma festa para comemorar 1 ano de morte da falecida.

resolve doar e distribuir terras aos empregados.

manda o dinheiro para filhos e genros.

conserva a casa grande.

deixa uma carta para ser aberta quando morresse.

morre na rede.

Pedido: incendiar a casa com ele dentro.

 

Anote:

Paródia dos contos de fada.

Nobres desprendidos das coisas.

Espécie de reforma agrária.

Posse e poder = nada.

Desprendimento das coisas transitórias.

 

 

 

 

 

 

"O Cavalo que Bebia Cerveja"

 

Giovânio tinha costumes porcos e adorava cerveja.

Reivalino Belarmino - caseiro narrador.

compra caixas de cerveja.

odeia Giovânio.

Giovânio justifica que a cerveja é para o cavalo.

Delegado - Seo Priscilio - interroga Giovânio.

Giovânio abre a casa para Reivalino.

vazia

Reivalino pergunta o que há nos quartos - Giovânio desconversa.

conta ao delegado tudo.

Delegado vai à chácara.

Giovânio mostra o cavalo bebendo cerveja.

Delegado parte decepcionado.

Reivalino denuncia que há algo errado nos quartos.

Delegado volta para revistar a casa.

No quarto : cavalo empalhado.

Delegado parte - E os outros quartos?

Giovânio convida Rei para ir à sala: corpo de pessoa enrolada num lençol.

Defunto era o irmão Josepe.

Giovânio pede a Reivalino que chame o padre.

Delegado volta, levanta o lençol e vê um defunto sem rosto.

Giovânio diz que ele era mutilado de guerra.

Reivalino  diz que vai embora.

Giovanio  pede para ele levar o cavalo e o cão Mussolino.

morre e deixa a chácara para Reivalino.

Reivalino manda rezar missa, vende a chácara e bebe a cerveja.

Anote:

Homens prisioneiros da vida

Mito da caverna

Mudança de relacionamento patrão/empregado

 

  

 

"Um Moço muito Branco"

 

Pessoa estranha chega a Serro Frio (MG).

Fenômeno luminosos.

Hilário Cordeiro - fazendeiro - acolhe o visitante.

Moço desperta afeição como um anjo.

Fazendeiro passa a ter sorte.

Na saída da missa, moço dá uma semente a um cego.

Duarte Dias não simpatiza com o moço.

reivindica parentesco.

deseja levá-lo embora.

Moço continua morando na fazenda de Hilário.

inventava, trabalhava.

junto com José Kakende visitam Duarte.

põe a mão no seio da filha de Duarte.

Duarte exige casamento.

Padre Bayão acalma a situação.

Duarte sente estima pelo moço.

Moço manda Duarte cavar em um lugar, lá encontra diamantes.

Duarte torna-se bondoso.

Moço sai pelo campo.

Kakende o ajuda a acender 9 fogueiras.

Moço parte com asas na primeira luz do sol.

Semente dada ao cego = árvore com flores de várias cores.

Anote:

OVNI + Religião.

Anjo baixando na terra.

Espiritualismo ocultista.

Anjo adolescente.

Realização de milagres.

  

       

 

“Luas-de-Mel”

 

Joaquim Norberto - narrador, velho e fazendeiro.

hospeda um jovem casal - pai da moça era contrário à união

Realiza-se o casamento.

Cerimônia desperta o amor em Joaquim e Maria Andreza (esposa).

Fazendeiro recorda o casamento feliz.

Realizam-se duas Luas-de-mel.

No dia seguinte chega um  recado do pai da moça: aceitara a união. Faz-se uma festa.

Anote:  

Explosão de Eros.

Amor = princípio fundamental da vida.

Amor adormecido.

Jovens = descoberta.

Velhos = restauração da energia.

Ternura e amizade.

 

“Partida do Audaz Navegante”

 

4 crianças brincam numa manhã de chuva

Pele - beatinha .

Ciganinha -  estado de graça.             

Brejeirinha - caçula,  esperta,  protagonista.            

Zito – primo.

Brejeirinha inventa a estória do audaz navegante.

Pele reza para acabar a chuva  e pára.

Crianças vão olhar o riacho cheio.

Menina transforma um cogumelo nascido na bosta da vaca em navegante.

Outros adornam o navegante : flores, bambu, chiclete, cuspe.

Audaz navegante parte rio abaixo mais a moça.

Brejeirinha é interrompida pelo trovão e amparada pela mãe.

Aponta para a mãe o navegante.

Anote:

 Estória dentro da estória.

 Brincadeira desencadeia a paixão juvenil (Ciganinha e Zito)

 Imaginação livre da criança.

 Estória inventada domina a real.

 Surrealismo.

 Brejeirinha = personagem mirim.

= menina poetisa.

= associação de idéias e imagens.

 

 

“A Benfazeja”

 

Mula-Marmela - velha e feia.

guia de um cego chamado Retrupé, grosseiro, pedia esmolas.

matou o pai de Retrupé , Mumbungo , homem que gostava de matar.

Cidade agradece Mula por ter matado Mumbungo.

Mula criou Retrupé .

antes de cego era mau.

precisava matar: vampiro? Lobisomem?

Mula cega-o para refreá-lo.

Retrupé tenta matar Mula-Marmela.

falece 

parte

Anote:

Benfazeja seria aquela que pratica o bem.

Imaginário popular.

Incapacidade de compreensão das atitudes dela.

Narrador = morador do povoado favorável à mendiga.

Convite ao questionamento.

Comunidade não entende porque não estava preparada.

Leitor considerado habitante do lugar.

 

 

“Darandina”

 

Médico -residente fazia plantão no hospício.

Sujeito bem vestido é acusado de ter roubado uma caneta.

perseguido por pessoas, sobe numa palmeira imperial.

Outro plantonista diz que é o Secretário das Finanças - não é.

Multidão indignada.

Diretor do hospício tenta aproximação.

Chega polícia, bombeiros, imprensa.

Sujeito grita palavras desconexas.

começa a tirar a roupa.

ameaça se jogar quando os bombeiros se aproximam.

balança-se para testar o equilíbrio.

grita Socorro.

Público não aceita a lucidez – linchar.

Grita enlouquecido de novo.

Homem no chão carregado pela multidão.

Anote:

Narrador irônico e mordaz.

Cotidiano urbano.

Pendor filosofante.

Graus variados de insanidade.

Tragicômico.

“Substância”

 

Fazendeiro Sionésio .

Maria Exita  é  empregada .

abandonada pela mãe - leviana e desaparecida.

irmãos perversos – um  preso e um foragido.

pai leproso.

quebrava polvilho - o mais alvo.

Sionésio é um trabalhador e herdeiro.

encontra Exita numa festa.

apaixona-se por Exita.

Final feliz.

Anote:

Conto de fadas.

Descoberta do amor.

Tom lírico e poético.

Brancura do polvilho = depuração do espírito.

Brancura da moça = estado de purificação.

Polvilho purifica a mancha familiar de Maria Exita.

 

 

"Tarantão, meu Patrão"

 

Lô João de Barros Dinis Robertes acorda dizendo que vai matar Magrinho, sobrinho-neto, médico que lhe  aplicou injeções e fez lavagem intestinal.

Vaga-Lume, narrador, cuida de João.

João parte apressado e coloca um sapato amarelo e outro preto.

junta 14 pessoas para o crime.

chega a casa onde ocorria a  festa  de batizado da filha de     Magrinho.

entra, pede a palavra.

faz discurso emocionado.

abraçado por parentes.

volta à fazenda para morrer.

 Anote:

D. Quixote cabloco.

Última cavalgada.

Paródia de novelas de cavalaria medievais.

Vitalidade antecipa a morte.

Onomatopéias constantes.

 

       

“Os Cimos”

 

Completa o rito de iniciação do Menino de “As Margens da Alegria”

Mãe do menino estava doente.

Menino descobre um tucano que visita  uma árvore todos os dias no mesmo horário.

Constituição de energia: pássaro, sol, dia, luz.

Desejo do menino era salvar a mãe.

Tio comunica que não há mais  perigo para a mãe.

 Anote:

Moldura do livro.

Narrativa-poema.

Iniciação do Menino completada.

Viagem em sentido inverso ao Margens da Alegria.

Absoluto alcançado.

 

    

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